Primeira Lei da Escrita: O blogger em repouso permanecerá em repouso a menos que seja sobre ele aplicada uma força de repentina inspiração às altas horas da madrugada.

Sempre gostei muito do estilo francês; rendas e folhos, grandes casacos peludos e flores. Super girly e romântico. Uma coisa que nos faz logo lembrar Paris, para além das baguettes (claro), são as boinas, que para além de serem super fofas, também aquecem nos dias de inverno.
Lembro-me na primavera do ano passado quando saiu o videoclipe da "Told You So" dos Paramore, em que todos usam boinas vermelhas, e achei super giro. Pensei "Talvez este seja o ano das boinas". Parece destino, ou bruxaria talvez (porque bem sabemos que bruxas há por ai muitas), mas ironicamente assim que começou o outono/inverno, começei a ver bastantes boinas nas lojas (e comprei algumas, incluindo uma vermelha igual à do videoclipe paramore, contratem-me ) e até tenho visto bastante gente no instagram com boinas. A grande tendência deste inverno são as boinas.


Case in point: aqui temos a Hayley dos Paramore com duas boinas em 2017
Assim, como ser humano moderno atento às tendências e fashionista que sou (estou a brincar ok 😜) deixo vos aqui algumas boinas que encontrei para tirarem inspiração, entrarem na onda e espalharem charme à francesa neste inverno. (baguettes não incluidas)
(cliquem nas fotos para os links)
O que acham desta tendência? Gostam de boinas?
p.s: desculpem lá as imagens virem em linha, mas estavam a desconfigurar tanto que não dava para colocar doutra maneira com os links 😳

Costuma dizer-se que as mulheres são loucas por malas mas não são as malas que metem as mulheres loucas...é mesmo o não as encontrar!
p.s: alguém conhece marcas de malas giras? é que o desespero a este ponto é muito mesmo
Já não havia uma rubrica da canção da semana há algum tempo, não era? Pois é, pois é.. Bem, não é por esquecimento (é a terceira vez que venho para fazer este post, terceira), é mais uma mistura de falta de tempo e falta de paciência para escrever (acontece sempre, am i right amigos da blogosfera??) . (Não me batam 😛) E claro, passando o tempo e estando eu sempre à procura da próxima big thing que não vou deixar de ouvir durante meses, vem uma, vem outra e a desgraçada da canção da semana já ninguém a apanha. Enfim.
De vez em quando encontramos daqueles artistas que achamos que tem mesmo pinta. Um estilo particular que nos intriga, uma manha com as letras, ou uma atitude realmente cool e ficamos a pensar, 'Como é que eu não tinha ouvido isto antes?'
A Billie Eilish é um enigma. Apareceu sorrateiramente e de repente estava na boca do mundo. Quem é esta rapariga? Donde veio ela? Começou com uma canção viral. Depois foram nas séries, e mesmo antes de meio mundo saber quem ela era, já tinha tournées completamente esgotadas. Mas o mais é engraçado é mesmo aquilo que à primeira vista não parece...Estamos a falar de uma rapariga na altura de 15 anos (16 desde dezembro). É difícil ouvir as músicas desta rapariga e acreditar que ela tem mesmo só 16 anos feitos à pouco. E igualmente difícil que todas estas canções são feitas somente por ela e o irmão mais velho, e que ela controla toda a estética da música. Mindblowing.
Parece complicado entender esta rapariga, nas canções os tópicos são colocados com a maturidade e pensamento que uma pessoa mais velha têm, a atmosfera têm algo de misterioso e macabro, num momento sensível, noutro frio. Ela sofre mas não se enganem, ela têm a garra e sabe quando não se importar.
Como é óbvio, "canção da semana" só pode ser uma. A que decidi trazer chama-se Copycat. Se há algo mais chato e irritantezinho é quando alguém decide que quer ser como nós, especialmente se a alminha for alguém que nos tira do sério. Não no sentido tirar inspiração, claro , mais no sentido clone à la Orphan Black. Super creepy. É daquelas coisas que chateia porque nos faz pensar, Será que esta pessoa tem assim tão pouca originalidade, lata e infelicidade para ter que fingir que é outra pessoa? Sejamos sinceros, isto não é maldade, ninguém, digo eu, quer um clone. Uma sombra que os persegue de um lado para o outro a tentar copiar o próximo movimento. Se todos gostassem do mesmo, o que era feito do amarelo? Dizemos e é verdade. A ideia pode parece engraçada (quem nunca sonhou em ter um clone para não ir aquelas aulas chatas quando andava no secundário atire a primeira pedra) mas rapidamente perde a piada. E se há algo que percebemos dos filmes, *cough* ex machina , é que rapidamente as nossas criações ganham vontade própria e se viram contra nós.
O que acham? Já tinham ouvido falar da Billie?
Ouve-se muitas vezes quando o assunto é parcerias várias coisas (daquelas sem qualquer nexo) que toda a gente sabe de trás para a frente e francamente irritam. Nomeadamente o clássico "Estão te a pagar tens de falar bem do produto senão não querem trabalhar mais contigo." Não.
Lembro há pouco tempo de estar a falar disto com a minha mãe e dizia se alguma vez me convidassem para algo, que escreveria exatamente aquilo que achava, contrariamente àquela ideia que o blogger/influencer tem de se "vender" para manter os patrocinadores felizes e trair os seguidores que o levaram ali e a si próprio. Não faço ideia donde é que esta lógica veio. Afinal, porque razão haviamos de fazer uma coisa assim só por nos estarem a dar dinheiro?
Um blogger, acima de tudo, é blogger porque quer, porque gosta do que faz a algum nível e não porque tem o dinheiro em mente. Não vou ser hipócrita, o dinheiro é sempre importante, claro e se o podermos fazer de fazer algo que gostamos, melhor. Porque uma coisa é certa, não metam ideias, ninguém chega a esse nível e se torna "grande" por escrever só com essa intenção, simplesmente não funciona.
O que me faz estranhar quando dizem algo assim é a assumpção de que uma marca decide trabalhar com alguém só porque fica bem ter uma pessoa a dizer bem dos produtos cegamente como aqueles anúncios dos Calcitrins (? é que nem me estou para ralar, vocês sabem os quais são) em que colocam Cristinas Ferreiras ou Júlias Pinheiro a dizer "Este produto é super bom! Podem confiarem mim porque sou a personalidade X/Y!" e as pessoas caem que nem patinhos. Para mim é falta de honestidade e irrita-me profundamente.
Por um lado é bom receber o dinheiro, mas se for de 'enganar' mais vale ficarem com ele. Às vezes oiço a minha mãe a queixar se da propaganda que os youtubers fazem e que depois os miúdos, que não sabem que eles estão a ser pagos para aquilo e falar bem, vêm chatear os pais que querem um iPhone X porque o não-sei-das-quantas disse. É ridiculo. Custa-me a pensar em falar de um produto que sei que não é nada de jeito ou há melhores por muito menos e pessoas a gastar nele o dinheiro que lhes demorou a arranjar naquilo por eu ter dito. Vale mesmo a pena mentir às pessoas, perder a nossa essência e deitar fora tudo o que conseguimos por uma marca que quer uma visão rosinha das coisas? Enganar?
Digo isto e esta é a minha opinião: Se uma marca não está disposta a ouvir os dois lados da história (positivo e negativo) para poder melhorar e aceitar criticismo construtivo (obviamente que iamos partir a loiça toda , insultar o cão do vizinho e incendiar um caixote do lixo por não gostarmos de algo, não é) não vale a pena. Não sou expert e não saberei obviamente de todos os fatores que as marcas tem em conta para escolher pessoas e os seus valores éticos mas como eu vejo as coisas, não são escolhas que se façam só por números ou feeds bonitos. São decisões que devem ser pensadas, com pessoas cujos valores concordem e valorizem, que passem a ideia e encaixem a voz que a marca procura.
Ninguém quer transmitir falsidade (marca ou pessoa), então porque deviamos fazê-lo estando a receber dinheiro e fazer dos outros parvos para o nosso ganho? Se algo, não estamos realmente a ganhar.. O que pensam deste assunto? Eram capazes de fazer parceria desta forma?
Caso não soubessem já, sou viciada em séries. Isso e chocolate quente. E neste ano houveram muitas séries que se destacaram, quer por serem suuuuuuper viciantes (*tosse* Riverdale), por serem lindas visualmente ou por terem personagens realistas e abordarem assuntos importantes. Esta última parte vivendo nós nos tempos que vivemos é super importante e neste ano deu se especial atenção a "desmascarar" os culpados e desmistificar preconceitos.
Com isto dito, venho assim trazer-vos as séries deste ano que mais gostei (sem ordem específica). E para além disso também dar-vos algo para adicionarem à lista infinita de séries (e outras coisas) para ver.

1. Riverdale
É bastante improvável a este ponto que ninguém que tenha vivido o ano de 2017 não tenha ouvido falar de Riverdale. Esta série para além de super viciante, tem uma atmosfera misteriosa e um ritmo que não é lento o suficiente para começar a 'enrolar' e aborrecer, e ao mesmo tempo não é rápido o suficiente para não se perceber nada. Visualmente a série é linda, desde os fatos das personagens às casas e locais, cheia de cores vivas e luzes de neon. As personagens também são interessantes e com várias dimensões. Se gostam de dramas adolescentes que não sejam aborrecidos, este é para vocês.
É bastante improvável a este ponto que ninguém que tenha vivido o ano de 2017 não tenha ouvido falar de Riverdale. Esta série para além de super viciante, tem uma atmosfera misteriosa e um ritmo que não é lento o suficiente para começar a 'enrolar' e aborrecer, e ao mesmo tempo não é rápido o suficiente para não se perceber nada. Visualmente a série é linda, desde os fatos das personagens às casas e locais, cheia de cores vivas e luzes de neon. As personagens também são interessantes e com várias dimensões. Se gostam de dramas adolescentes que não sejam aborrecidos, este é para vocês.

2. One Day At A Time
Esta série foi uma surpresa agradável. Sinceramente não fazia ideia que ia gostar tanto como gostei. Provavelmente nunca me ri tanto com uma série e ao mesmo tempo fiquei de coração cheio. Nesta série temos uma familia latina na América em que a mãe é solteira e esteve na guerra, toma conta de dois filhos e vive com a mãe (que é super engraçada). Um filho é novinho e preguiçoso mas de bom coração, a outra é uma rapariga determinada, super inteligente, feminista e grande defensora de todas as boas grandes causas que se está a descobrir. Esta série vai vos fazer rir, chorar, chorar de tanto rir e no final ficar com vontade de mais e um quentinho no coração. Não estou a gozar, esta série meteu me quase todos os episódios a chorar de tanto rir e a conter-me para não desatar a rir. Nem questionem, vejam.
Esta série foi uma surpresa agradável. Sinceramente não fazia ideia que ia gostar tanto como gostei. Provavelmente nunca me ri tanto com uma série e ao mesmo tempo fiquei de coração cheio. Nesta série temos uma familia latina na América em que a mãe é solteira e esteve na guerra, toma conta de dois filhos e vive com a mãe (que é super engraçada). Um filho é novinho e preguiçoso mas de bom coração, a outra é uma rapariga determinada, super inteligente, feminista e grande defensora de todas as boas grandes causas que se está a descobrir. Esta série vai vos fazer rir, chorar, chorar de tanto rir e no final ficar com vontade de mais e um quentinho no coração. Não estou a gozar, esta série meteu me quase todos os episódios a chorar de tanto rir e a conter-me para não desatar a rir. Nem questionem, vejam.
3. The Bold Type
Se acompanham o blog desde o inicio (provavelmente não), provavelmente se vão lembrar de um post que fiz sobre esta série. Foi amor à primeira vista. Esta série é tão relevante, e devia ser vista por mais pessoas (Mas como alguém soube reconhecer isso, tem mais duas temporadas para o fazer, não há desculpa). Temos raparigas independentes, a perseguir os seus sonhos e a construir uma carreira numa das maiores cidades do mundo enquanto lidam com todo o tipo de preconceitos e obstáculos de forma realista. Elas são capazes de muito, elas erram, elas tentam várias vezes e não aceitam nada menos do que aquilo que acham que merecem. A amizade entre as três protagonistas é super forte e uma das melhores coisas no programa. A maneira com que esta série lida com as coisas e quebra estereotipos a torto e direito é incrivel. Mulheres no poder? Topicos 'sensiveis'? Personagens a três dimensões? Romances inclusivos e bem construidos (e tolerância)? Sexismo e racismo? Aqui está representado tudo isso e muito mais. Esta série é fantástica e inspiradora e mete-me super feliz sempre que a vejo. Ainda não estamos no sitio certo e estamos longe de lá estar, mas ver séries como esta acontecerem (o que só é possivel porque há mudança) dá esperança que as coisas possam e estejam a mudar para o melhor e que existam neste mundo coisas e pessoas boas.


4. A Series of Unfortunate Events
Esta foi, provavelmente a série que estrou este ano que mais antecipei. Sempre adorei a história dos orfãos Baudelaire (mas será que o são mesmo?) de Lemony Snicket e a sua atmosfera misteriosa e sinistra. A adaptação da Netflix não desiludiu nada. Toda a estética, cenários, fatos, caracterização é excelente e os atores foram bem escolhidos. Há um balanço bom de tragédia e piada e as intrevenções do narrador (entra Lemony Snicket) são intressantes. O conde Olaf, o grande vilão que quer roubar a fortuna dos Baudelaires é provavelmente uma das personagens que mais graça tem e já mencionei que o ator é o Neil Patrick Harris? Basicamente esta série é imperdivel e o ritmo é bastante bom, cada dois episódios é um livro (de 13) e a temporada tem 8.
Esta foi, provavelmente a série que estrou este ano que mais antecipei. Sempre adorei a história dos orfãos Baudelaire (mas será que o são mesmo?) de Lemony Snicket e a sua atmosfera misteriosa e sinistra. A adaptação da Netflix não desiludiu nada. Toda a estética, cenários, fatos, caracterização é excelente e os atores foram bem escolhidos. Há um balanço bom de tragédia e piada e as intrevenções do narrador (entra Lemony Snicket) são intressantes. O conde Olaf, o grande vilão que quer roubar a fortuna dos Baudelaires é provavelmente uma das personagens que mais graça tem e já mencionei que o ator é o Neil Patrick Harris? Basicamente esta série é imperdivel e o ritmo é bastante bom, cada dois episódios é um livro (de 13) e a temporada tem 8.

5. The Good Doctor
Não sei exatamente o que ou porque, mas há qualquer coisa nos dramas médicos que os torna interessantes. Talvez seja a dinâmica, todos os episódios casos novos e um ritmo acelerado, ver como reagem às coisas, como é a vida quem se dedica aos outros. Nunca pensei que fosse gostar da Anatomia de Grey por parecer demasiado melodramático (está certo) no entanto, aconteceu. Agora aparentemente gosto de séries destas, mas não de qualquer série destas. Quando vimos uma série queremos ver algo onde possamos torcer pelas personagens, ver o percurso delas e conhece-las e a sua história. Queremos ver 'pessoas' com motivações que fazem asneiras e têm problemas. Queremos ver ação e drama sem que no entanto esse seja o único foco. E foi ai que há muito tempo a Anatomia de Grey falhou. Esta série é surpreendente porque é mesmo muito boa. Se não fosse suficiente o facto de ser desenvolvida pelo criador do Dr. House, ainda temos atores espetaculares (especialmente o protagonista (alguém via Bates Motel?) ) e uma boa história que vem numa altura importante. O nosso médico não é qualquer um. Ele tem problemas que não consegue controlar e que lhe dificultam a interação com pessoas (autismo) . Ao mesmo tempo, ele é um génio e um grande médico que tem de lidar com os preconceitos contra ele e a sua doença e provar-se enquanto lida com situações do dia-a-dia. É simplesmente impossível não torcer por ele. Os casos são muito bons e todas as personagens são interessantes e dimensionais. Vou deixar as opiniões agora para vocês mas para acabar digo só que devorei esta série todinha.

6. Dynasty
Já vos tinha falado desta série aqui, e claro que a tinha de incluir nesta lista. Esta série é um remake de uma outra dos anos 80 que era uma telenovela muito conhecida nos Estados Unidos. Vimos aqui as rivalidades entre duas familias super ricas (e dentro delas) e até que ponto as pessoas são capazes de ir por ambição, orgulho e até paixão. Apesar de começar um pouco lenta, rapidamente ganha ritmo, isto visto que todas as coisas boas demoram tempo. Para além de ser deliciosamente dramática, cheia de 'respostas' com humor, é super viciante, um verdadeiro guilty pleasure, tem também um armário e cenários espetaculares, o que era de esperar e não é assim tão chocante se considerarmos que foi desenvolvida pela mesma equipa que nos trouxe Gossip Girl (xoxo). Esta série está em boas mãos e tem vindo a melhorar bastante últimamente.

7. The Gifted
Nesta lista há um pouco de tudo. Já tivemos os dramas médicos, as telenovelas, os dramas adolescentes agora chegou a hora da série de fantasia da lista. Imaginem um mundo onde existem pessoas com poderes, mais precisamente mutantes, e que estas eram perseguidas por isso e tinham de se refugiar recorrendo a organizações secretas. É isto que acontece nesta série que começou a dar este Outono na Fox. Uma familia aparentemente normal descobre que os filhos tem poderes e vê-se em fuga para evitar a captura por uma agência do governo responsável por eliminar pessoas assim. Enquanto tentam escapar dão de caras com uma organização secreta de ajuda e proteção a mutantes e a partir daí, segue-se uma luta entre estes e a agência à qual tentam escapar e derrubar pela sua existência. A base desta série vem das bandas desenhadas dos X-men da Marvel e como é costume das série desta (Demolidor, Jessica Jones, Legion..) está muito bem feita, melhorando com cada episódio e super fixe. Melhor ainda, já foi renovada para uma segunda temporada. Se gostam de séries de ação com alguma fantasia à mistura, deixo vos esta recomendação, é bastante provavel que vão gostar.

8. Great News
Nesta lista há um pouco de tudo. Já tivemos os dramas médicos, as telenovelas, os dramas adolescentes agora chegou a hora da série de fantasia da lista. Imaginem um mundo onde existem pessoas com poderes, mais precisamente mutantes, e que estas eram perseguidas por isso e tinham de se refugiar recorrendo a organizações secretas. É isto que acontece nesta série que começou a dar este Outono na Fox. Uma familia aparentemente normal descobre que os filhos tem poderes e vê-se em fuga para evitar a captura por uma agência do governo responsável por eliminar pessoas assim. Enquanto tentam escapar dão de caras com uma organização secreta de ajuda e proteção a mutantes e a partir daí, segue-se uma luta entre estes e a agência à qual tentam escapar e derrubar pela sua existência. A base desta série vem das bandas desenhadas dos X-men da Marvel e como é costume das série desta (Demolidor, Jessica Jones, Legion..) está muito bem feita, melhorando com cada episódio e super fixe. Melhor ainda, já foi renovada para uma segunda temporada. Se gostam de séries de ação com alguma fantasia à mistura, deixo vos esta recomendação, é bastante provavel que vão gostar.

8. Great News
Se há uma coisa que eu gosto é de comédias que são realmente engraçadas. Das que tem daqueles momentos em que quase choramos de tanto rir e sabem fazer cenas completamente ridiculas e exageradas sem cair no ridiculo, que têm aqueles momentos que nos fazem dizer 'oh meu deus não acredito que fizeram aquilo' e aquelas personagens que, bem , são mesmo umas "personagens". Nem sei bem por onde hei de descrever esta série. Como podem adivinhar pelo titulo, tem a ver com notícias. Mais precisamente com um programa de notícias totalmente "sério" numa emisora que ninguém vê. Temos o chefe certinho (britânico, ainda por cima) , o pivô orgulhoso com montes de experiência e alguma mania, o homem de camara estranho, a metereologista hippie, a apresentadora socialite aparente "loira burra" (na verdade ela não é de todo) e a rapariga que sonha subir na carreira. Para melhorar ainda mais as coisas, a vida dela complica-se quando a mãe-galinha decide ao aproximar-se da meia-idade que não cumpriu os sonhos de ser jornalista por ter desistido dos estudos para se concentrar na filha e agora com tempo quer aproveitar para estudar e compensar o tempo perdido. Escolhendo, para poder estar mais próxima, logo estagiar no local de trabalho da filha, para muito desespero dela. Apesar de uma série principalmente engraçada, também consegue ter alguns momentos mais sérios (que são precisos de vez em quando). Penso que o equilibrio dos dois consegue ser bastante bom. A única coisa que lamento é o facto de não ser muito inclusiva a nivel de diversidade mas é uma série boa e muito engraçada que me lembra um pouco por vezes o 30 Rock.

9. Santa Clarita Diet
Nunca fui pessoa de ver Walking Dead contrariamente às quantidades de vezes que me falaram disso ou disseram que era 'muito bom'. Sempre achei meio monótono e sem graça com um ritmo meio-morto tal como os zombies do programa. Queria gostar. Mas não era nada daquilo que me chamasse à atenção. Por outro lado, já gostei muito de iZombie (estou tão atrasada aiiii) que já era uma série sobre mortos-vivos com ritmo e um estilo de humor sarcástico à Veronica Mars (adoro <3). Como esta série é da Netflix, já esperava uma certa qualidade a que já nos habituamos (estou a olhar para vocês, Demolidor/One Day At A Time), quando li a descrição fiquei intrigada. Uma comédia negra com zombies. Ou seja, uma familia passa ter uma vida completamente normal e monotona sem correr riscos (eles são imobiliários, só para começar) e de repente ela apanha um qualquer virus e bem..morre. Só que na realidade não. Inicialmente o que parece só uma doença estranha e uma recuperação milagrosa torna-se muito estranha quando ela se torna super impulsiva e com uns apetites..interessantes.Após ver o primeiro episódio, não dá para perceber muito ainda mas como os episódios são curtos, vê-se bem e com um abrir e fechar de olhos, está a temporada toda devorada (tal como ela devora as pessoas oops). Não vou dar spoilers, senão tira a graça e ela está é em ir vendo e ficar boquiaberto com o que vai acontecendo. A série é ridiculamente engraçada e irônica com um humor negro delicioso (pun intended) e um grande elenco com uma quimica que faz tudo funcionar muito melhor. Nem sei bem ao certo porque escrevi todo este texto com razões fundamentadas para vos convencer a verem esta série quando podia ter dito só isto: a protagonista é a Drew Barrymore.
Assim se acabam as melhores séries do ano de 2017 e se esperam as que hão de vir em 2018, que também haverão de ser bem boas (Umbrella Academy 😲) ❤

Não vou adoçar a coisa: 2017 não foi dos melhores anos que já me passou, talvez até tenha sido dos piores (2016 também não foi grande coisa, diga-se só de passagem). No entanto, apesar disso cheguei ao fim do ano numa peça.
Começei com grandes ataques de pânico constantes, fartava-me de ter pesadelos ainda tentei ver se conseguia controlar a coisa mas não conseguimos tratar de tudo sozinhos. Por isso fui ao médico e começei medicação para a ansiedade que ainda demorou meses a fazer efeito, e a ir a consultas de psicoterapia todas as semanas. Houve pontos que pensei mesmo que não aguentava mais e cheguei a duvidar que ia sequer conseguir acabar o 12º.
Mas acabei. Fui ao baile. Adotei a minha patuda Bianca. Candidatei-me à universidade. Entrei no curso que queria. Não exatamente onde queria mas onde esperava, com uma boa média. Tive dúvidas, muitas mas consegui safar me na cidade nova sem passar fome ou apanhar chuva. As notas das frequências não foram nada por ai além, mas normais para um primeiro semestre. Fiz 18 anos.
2017 também foi um ano de viagens, fui até à Madeira, bebi uma quantidade industrial de Brisa, tirei fotos a tudo o que era flor e com a *famosa* estátua do Ronaldo (ou melhor com as duas antes da do aeroporto ter sido substituida), depois fui a Mafra numa visita de estudo, ao festival do Japão em Lisboa, e passei no Porto pela segunda vez no Verão, ainda que por pouco tempo.
Nessa viagem também passei em Amarante (a república checa portuguesa) e andei de barco pelo Douro que foi uma viagem muito longa e cansativa (e cheia de calor, estavamos em Agosto). Em Dezembro voltei outra vez ao Porto, desta vez à Comic Con! Não conheci nenhuma personalidade mas descobri vários artistas novos e vi grandes cosplays :)
Foi também em 2017 que criei o blog e conheci por aqui gente nova e um mundo novo dentro da blogoesfera que não fazia ideia que existia. Uau. Aconteceu muita coisa no ano que passou e vai acontecer muita mais no que ai vem. 2017 foi um ano de evolução pessoal. De arriscar para construir o futuro e ficar uma pessoa melhor. A ansiedade não desaparece. As dúvidas também não mas são coisas que toda a gente tem e o que as impede de parar ou desisitir e continuar é a força. Mesmo que custe ou que pensemos que não no momento, pensar no futuro e que quem seremos no futuro nos vai agradecer não termos desistido ali. Não vai ser fácil, mas vai ser superável. Feliz 2018 e que façam deste ano a vossa bitch. You got this 👍♡



















